terça-feira, 8 de março de 2011

O MAPA da mina

Saudações nestes dias de tom Pisciano...

Analisar um mapa astral é buscar entender o mapa da mina. Que dizer, procurar as pistas (astros-aspectos-casas astrológicas, etc) que nos levarão ao encontro do ouro ou a pedra preciosa que todos temos escondido dentro de nós.
O Ouro das Virtudes da Alma que precisa ser descoberto; a Pedra Preciosa que brilha no escuro de nosso Inconsciente e que nos fará ascender a novos patamares evolutivos.
Com o mapa astral bem interpretado, analisado como tem de ser, sem firulas, engôdos e fórmulas prontas e mágicas (bem ao estilo "nova era tudo é festa"), a pessoa tomando consciência do que precisa trabalhar em si, aparar e desenvolver, fará uso desta poderosa "ferramenta" que é a Astrologia para o despertar das potencialidades que traz e carrega como talentos que herdou como Filho deste Universo.

A Astrologia até pode não ser considerada ciência (conforme o conceito de ciência hoje) pelos que se dizem sábios, homens de letra e catedráticos de plantão... Ora bolas, pouco importa! Porque o que vale é a ponte que se constrói de fácil uso para quem quer atravessar o rio caudaloso dos medos, inseguranças e temores, quando se conhece o potencial que todos temos, o tremendo repertório de musicalidade latente que nos conduzirá ao sublime concerto universal.


A Astrologia é assim, Ciência Divina ... E no meu entender paira sobre todas as críticas, ficando acima das pesquisas de meia hora.
Voltando ao mapa astral, ou carta celeste, muito se tem ainda a buscar entendimento, pois a carta celeste é, sem dúvida, enorme manancial de informações sobre quem somos e o que poderemos vir a SER.
Como disse, é o mapa da mina, que nos conduzirá - se assim desejarmos - ao Tesouro de nós mesmos, enfeixado entre as camadas de nossa psiquê ainda mal compreendida.
Somos o que somos... Imortais, ...mas caídos na matéria, onde de tempos em tempos (reencarnando), buscamos nos libertar de Maya (ilusão) ao encontro da Suprema Ventura que é Ser Divino.

Paz Profunda,
Haroldo Mendonça

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